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Armadores nacionais só são viáveis sem participação estatal
Não é de hoje que o domínio dos armadores internacionais preocupa diferentes segmentos do sistema portuário brasileiro. Todas as grandes companhias de navegação de longo curso que atuam nos portos do País são europeias e asiáticas. De acordo com o Centro Nacional de Navegação (Centronave), há armadores brasileiros no mercado, mas somente de “menor porte', como a Libra, a Aliança e a Log-in. “E para combustíveis temos a Transpetro' , completa o diretor-executivo do Centronave, Elias Gedeon.
Respondendo às correntes que consideram fundamental a existência de um grande armador 100% brasileiro, Gedeon afirma que a criação dessa empresa seria viável, desde que não exista participação estatal. A inclusão governamental em um mercado estritamente privado não seria benéfica para o País na análise do diretor da Centronave, pois “poderia criar um desequilíbrio na concorrência '.
Com a inexistência de qualquer movimento concreto até o momento, a criação de um grande armador brasileiro parece um sonho muito distante.
Fonte: Equipe Unipilot
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